
Imagem extraída de: http://jornalistafrustrada.blogspot.com/2011/02/busca.html
Por Marcio Uno
Trabalhei em um hospital público durante 3 anos e meio. Realmente o ambiente não é nada agradável, mas a reflexão e aprendizagem neste local é fertilíssima.
Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, consultor organizacional e conferencista, em entrevista a revista “Isto É” declarou: “Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: ‘Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei à vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz’. Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”

8 novembro, 2011 no 2:35 pm
Japa,
Muito bem colocado… Gostei das palavras do médico (Roberto Shinyashiki). Tem muita gente achando que não irá virar pó.
Acreditando que, de alguma maneira mágica, o seu iPod irá lhe garantir a eternidade.
Abraços,
Leo
15 dezembro, 2011 no 4:45 pm
Esse é um trecho do livro: “Sempre Em frente enfrente!” eu li. muito bom!