Cultura Gospel

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Meu falecido tio Hélio Yoshida foi quem levou minha família a conhecer os caminhos de Deus. Lembro-me bem que no começo de minha jornada espiritual, há 10 anos atrás, ele me deu de presente uma linda camiseta com dizeres cristãos, justamente o trecho de Romanos 8:37 – “Mas em todas essas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”. Após entregar-me o presente, disse algumas palavras: “Marcio, além de usar essa camiseta, sua vida deve demonstrar o que está vestindo, se não, de nada vale”. A princípio, aquela frase dita por ele incomodou-me e para ser sincero não gostei do que ouvi, porém, após algum tempo comecei a entender muito bem o que ele estava dizendo.

Outro dia cheguei em casa e encontrei produtos de cosméticos voltado para o “público gospel”. Em uma das embalagens, lia-se: “Esse produto contém oléo de unção de Israel”. Olhei aquilo e fiquei pasmo, justamente por saber que agora tudo no meio protestante está se intitulando de “gospel”, virando um verdadeiro comércio e marketing para o consumismo do “povo de Deus”. Agora também podemos nos vangloriar, pois até produtos de beleza estamos fabricando.

Outros tantos “evangeliquês” e “linguagens de crente” estão se difundindo também nos meios de comunicação, nas grifes de moda, cinemas, teatros, músicas, propagandas. Nós cristãos, estamos com um discurso de transformar “o Brasil para Cristo” e até temos respaldo bíblico em defesa da “gospealização da sociedade”: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” (I João 2:15). É, como dizem: “Texto fora do contexto, gera pretexto”.

A idéia desse cristianismo que vai se formando é a de não conviver com o mundo (e aqui se interpreta como pessoas e toda produção social não cristã e gentia) e criar um mundo particular que viva longe das influências do paganismo. Porém, com essas práticas, estamos cada vez mais nos distanciando da realidade que nos cerca, criando guetos e vilas isoladas na sociedade. E o que é pior, o pouco do que é concreto que vivemos, nós o espiritualizamos. O ruim do pior é que copiamos as “coisas mundanas” e ainda damos uma intitulação evangélica para corroborar nossas ações: Show Gospel, Marcha Gospel, Moda Gospel, TV Gospel, Tudo Gospel, Gospel, Gospel, Gospel…

Há uma frase de Cristo (quando ele orava a Deus por nós) que nos dá uma bela explicação do que João quis dizer no versículo citado anteriormente: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.” (João 17:15) Essa oração, se assemelha com outra que Ele mesmo nos ensinou: “E não nos deixeis cair em tentação; mas livra-nos do mal;” (Mateus 6:13) Ou seja, o “mundo” que está escrito no segundo capítulo de I João é diferente do trecho de João 3:16, e o que Jesus intercede ao Pai é para que nos ajude na caminhada contra um sistema cheio de perversidade, maldade e não nos afastar das pessoas e coisas que nos rodeiam.

Quando diferenciamos entre o que é “gospel” e “mundano”, “cristão” e “pagão”, podemos cair no erro de querer relacionar tudo o que é do mundo evangélico como sendo bom e o restante considerarmos ruim e/ou até como satânico. Mas não foram essas as palavras do apóstolo Paulo: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Filipenses 4:8).

Erramos quando nos achamos exclusivistas e detentores de toda a verdade, que somente nós possuímos as coisas boas dessa vida e não conseguimos relacionar nossa fé com a beleza de um poema de Vinícius de Moraes, de uma música do Djavan, de uma obra de arte de Aleijadinho, Michelangelo, da humanidade da Madre Teresa de Calcutá, da coragem de Oscar Schindler, dentre tantos. Precisamos dialogar com as maravilhas desse mundo e acrescentar à nossa crença, pois não construimos unilateralmente uma espiritualidade, necessitamos da contribuição coletiva.

Voltando ao início do texto, não estou condenando a camiseta, pois eu também consumo alguns produtos “gospel”, mas a essência de uma vida cristã não está em possuir, vestir, está dentro de cada coração, de cada atitude. Também não é minha proposta de uma “secularização” e o descompromisso com os valores do Reino de Deus, mas pelo contrário, de viver e conviver com a “graça comum”, desfrutar e se alegrar com as produções culturais da humanidade, sem deixar a integridade, o caráter, a fé, sem deixar de ser terreno, mortal e realista.

É, meu tio tinha razão.

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12 comentários sobre “Cultura Gospel

  1. Márcio, adorei seu texto. Infelizmente nós criamos mais uma “tribo urbana”: Os Gospeis.

    A cada testemunho egoísta e fantasioso que escuto por aí, a cada escândalo que ouço, a cada modismo que conheço me enoja cada vez mais a ser chamada de “gospel” ou evangélica no sentido do popular.

    Li um texto que comentava sobre os homens que carregaram o paralítico até Jesus. Ele atentava para o fato de que Jesus viu a fé daqueles homens. O que eles fizeram? Clamaram em alta voz? Chamaram a atenção de todos? Se vestiram fantasiados para “mostrar a Jesus”? Mandaram o homem usar a sua fé e tudo se resolveria? Não, tomaram a atitude gerada pela fé e o amor que tiveram por aquela vida e nunca mais foram citados na bíblia. Imagine uma bíblia dos dias atuais: Se o bispo “fulano de tal” fosse menos citado que o apóstolo “ciclano de lá” já viu o que aconteceria; Proclamaria um movimento na avenida paulista para tentar aparecer uma vez mais.

    Quando conheci Jesus de verdade, percebi que ele era muito diferente do que eu achava que conhecia,…E quer saber mais? A cada dia mais me surpreendo com Ele.

    Que os Evangélicos (sim com E maiúsculo porque são seguidores do verdadeiro evangelho de Cristo) possam fazer a diferença que Jesus fez: Foi apenas Ele mesmo, enviado a Terra com o mesmo livre arbítrio e escolheu amar a quem jamais mereceria ser amado.

    (Vixi,….escrevi bastante,..rsrs,…)

    Ah, faltou um pedaço da sua frase: Texto sem contexto é pretexto para heresia!! =D

    Graça e Paz.
    Beijo.

  2. Diego

    Cara…em suma é o que eu penso também hoje.
    Faltou só um versículo muito interessante:

    – “julgai todas as coisas, retende o que é bom.”

    Aqui não se diz: Oh, você pega tudo que é gospel e retem o que é bom….

    muito pelo contrário, julgai TODAS, isso inclui o vinicius que você disse, a madre Teresa, e todos TANTOS outros que temos a nossa disposição e são excluidos nessa triagem-cristão-pseudo-perfeitista.

    Abraço, rapaz!!
    te mais!

  3. Edson

    É cara…

    O comércio que está impregnando o mundo gospel… e até mesmo defendido e difundido por lideranças, é bem complicado mesmo.

    O que acho ruim e até mesmo me incomoda são os seres que “caem nesse marketing barato”, só pq tal liderança disse…
    Digo marketing da proibição de tal coisa, mais se for semelhante, e sendo intulada “gospel”, pode, pq sendo assim, a tal coisa é “santa”, é de “Deus”.

    Que oremos a Deus pedindo sabedoria e dissernimento sobre este assunto, bem como que liberte os demais sobre esse “evangeliquês / gospel-liquês”.

    Abs…
    Edson

  4. Gilmar Campos

    Boa tarde meu grande irmão Márcio , poxa até que enfim vou encarar aqui seu bolg e comentá-lo . Bom concordo com você em partes e na mair parte dela não .Estamos vivendo num mundo capitalista com governos neoliberais que estão totalmente ligados ao lucro e em todo mundo a desigualdade economica , social e politica aumenta e desta forma o que sobra para todas as nações é querer o mesmo ( riqueza ) e dentro das denominações cristãs surge a teoria da prosperidade . O que quero dizer com isso?
    Todos os movimentos que crescem e aparecem , são fortes candidatos ao mercado , no ano passado foram 2,5 mihões de pessoas na parada gay onde com uma extratégia de fim de preconceitos estão levando milhões de jovens a experimentarem o homossexualismo e todos os produtos de liberdade sexual e não pensamentos de um novo tempo sem preconceito . ” O mundo Cristão ” também tem crescido e aparecido e para alguns são extratégias para levar o nome de Jesus , para outros fontes de riquezas . Temos que tomar cuidado com criticas humanas e religiosas demais a Santidade de cada um vem de ser exemplo e não do que consome ou deixa de consumir .Temos que estar ligados no céu pois Vinicius e tudo mais deste mundo até as coisas gospel irão ser julgados e lançados fora , com produtos ou não Jesus tem que ser pregado , eu prefiro mil vezes consumir um produto cristão do que uma coca coca que explora e leva fome no mundo , prefiro mil vezes ler um poema de um cristão do que clarice lispector ( que gosto muito ) quero conhecer grande intelectuais , cientistas e tudo que tem haver com o cristianismo ..se estão explorando ou não ..ai é outro caso pois creio num DEUs que julgará a todos e dará a vida eterna somente aqueles que vencer , somente a aqueles que derrotar seus egosísmos e opiniões de santidade e julgamento .
    Sei meu amigo da tua preocupação , mas tenho visto mais cristão de olho em outros cristãos só para julgar … Vejo cristãos criticando tudo e todos no YOUTUBE , só quem critica os videos cristãos , são os cristãos , a as coisas não estão se misturando ou se dividindo mas está de acordo com o que a moda e a economia mundial muitas vezes dita , e se está dificl de saber o que está certo ou errado neste mundo capitalista , a Bilblia ainda é a fonte da verdade e ponto fundamental para tirar as duvidas .pois se ão acreditarmos na palavra de DEUs , acharmos ela velha demais ai é um problema …
    Desculpe escrevi demais …
    Um abraço

  5. Thaís Campos

    Sabe Márcio, estou tendo um dia bastante dificil, seu texto é um agrado rs, sério amigo, não apenas pelos sorrisos que me arrancou, afinal, ” a cultura gospel” … rs
    Amei seu texto, apenas digo que concordo em absoluto, hoje, privilegiosamente partilho a mesma visão. (sabes que já vivi na ignorancia).
    Um grande abraço.

  6. nossa eu óu a paixonada pelo dom que a Heloisa Rosa tem……..
    sou fã…e principalmente daqla musica….
    JESUS É O CAMINHA(NÃO SE TURBE O VOSSO CORAÇÃO).
    ESSA MUSICA ME TOCA BASTANT…….
    QUE DEUS CONTINUE TE ABENÇÕANDUUUUUUUUUUUU….

  7. Pingback: 1 Ano de Caminhada « Caminhada & Missão

  8. creio que podemos olhar isto também de uma forma diferente: educacional. Eu estou empenhada em descobrir como a cultura gospel pode beneficiar nossas vidas. nem tudo é errado; com certeza tem algo de bom para nós. É como estes vários movimentos por ai, não basta criticar, temos que aprender com isto também.
    Eu vejo um povo evangélico que precisa se identificar nesta diversidade cultural/religiosa que existe ai. e então “vestir a camiseta” pode ajudar para alguns. Na escola ser crente ainda é dificil, por exemplo, e pertencer a um grupo que tem um nome (cultura gospel) pode ajudar.
    Vamos esquecer um pouco o aspecto mercadológico – que existe em TODAS as culturas e religiões.
    Quem esta na escola sabe como é: hiphop, afro… então creio que podemos buscar uma identidade que nos permita aproximar e dialogar com as tribos sem perder nossa essencia, e até, nossa riqueza histórica. nossa musica é belissima, temos dança, teatro, livros, artes plásticas. e muita muita história mesmo…
    convido voce para visitar meu blog http://culturagospelbrasileira.blogspot.com/ e deixar registrada a sua opinião.

  9. Carlos Roberto

    DISFARCE MODERNO
    SATANÁS CAMUFLADO EM CD

    “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento”
    I Coríntios 14:15

    Quando era mais novo e sem a consciência de preservação que tenho hoje, tinha como costume preparar armadilhas para a captura de alguns animais. Hoje já não faço e não aprovo isto! Sei que existem e conheço vários tipos destes artifícios usados pelos caçadores, muitas destas armadilhas são camufladas na intenção única de iludir o animal levando-o a ser apanhado. É crime previsto na legislação ambiental e hoje tenho consciência disto, portanto não as uso.

    No meio evangélico, com o advento das tecnologias inovadoras, muitas novidades surgiram no mercado facilitando a vida de muita gente e de todas as igrejas espalhadas pelo mundo. Não que eu seja contra este aparato tecnológico, mas tenho minhas ressalvas pelo que já pude perceber com o uso indiscriminado destas benesses criadas pelo homem. Atrás da tecnologia vieram “armadilhas” sofisticadas que estão aprisionando muita gente! No meio religioso então a coisa ficou complicada, há uma obsessão pelas novidades escravizando a militância e tornando o culto num festival de tecnologia e sofisticação sem precedentes. O barulho se instalou perigosamente em nossas igrejas.

    Quero me deter em uma destas “armadilhas” que está sendo usada como camuflagem por Satanás para invadir as igrejas e sorrateiramente impor de forma abusiva as suas táticas de convencimento e de aliciamento de adeptos para os seus projetos. É bom lembrar que ele é especialista na construção deste tipo de coisa e sabe sofisticar para camuflar as suas invenções. A musica é, sem duvida alguma, uma das partes mais importantes do culto, pois é através dela que as pessoas expressam o louvor a Deus e celebram os seus feitos. Ela é parte integrante da adoração e sem ela hoje o culto perderia o sentido e deixaria de existir. E foi exatamente na musica que o inimigo encontrou uma forma sutil de minar a resistência da igreja e por conseqüência de seus membros ao fazer do sonho de se gravar um CD um objetivo que todo mundo busca conquistar a qualquer preço. Foi um tiro certeiro, no alvo.

    É ai que entra a “camuflagem”, o Diabo se escondeu atrás da indústria fonográfica e sorrateiramente se apresentou com suas facilidades para que qualquer um, independente de estar ou não comprometido com os princípios verdadeiros da fé, pudesse se aventurar no mercado musical. Assim, em nome da cultura popular, ele abriu as portas para que os mais variados ritmos literalmente invadissem as programações e os cultos de nossas igrejas. Camuflado em CDs, o Diabo encontrou receptividade abrindo as portas para que, em nome do GOSPEL, todo o tipo de composição musical tivesse liberdade para ser executada usando o nome de “musica evangélica”. Os modelos foram literalmente copiados do mundo e introduzidos na igreja em nome da liberdade de expressão e de adoração, banalizando a adoração através da musica no culto.

    Quero registrar que não tenho nenhuma oposição ao uso de instrumentos na música religiosa em nossa adoração, desde que eles não sejam dominantes na prática do louvor. Aliás, um instrumento bem tocado também trás alento par o coração e para a alma.

    A indústria do CD, patrocinada pelo Diabo, se expandiu com uma velocidade impressionante e o que se vê são pessoas despreparadas em todos os aspectos usando a desculpa de estarem “cantando para Deus” para gravarem aberrações que afrontam a inspiração e os ensinos Sagrados. O que encontramos nas igrejas são pessoas se inspirando nos artistas do mundão, copiando na integra tudo que eles fazem em seus “shows”, tudo com a clara intenção de abocanhar uma fatia no mercado musical religioso. Satanás introduz na igreja apostasias e perversões doutrinárias que teria dificuldade introduzir diretamente não fosse o atalho da musica. Graças à tecnologia, o Diabo leva o mundão aos evangélicos e com sua influência maligna, o discernimento espiritual do cristão se perverteu, a impressão e poder da mensagem divina foram destruídos. O endeusamento de pessoas ficou evidente nos espetáculos montados para que os “artistas da fé” possam mostrar as suas habilidades teatrais.

    Segundo especialistas na área de psicologia, não há influência mais poderosa para envenenar a imaginação do ser humano, destruir as impressões religiosas e tirar o gosto pelos prazeres tranqüilos e as realidades sóbrias da vida, do que a musica. Os grandes compositores que o digam! Pois está ai o eficiente disfarce do ministério satânico operando através da ocultação e da invisibilidade, pintando e bordando com aquilo que tínhamos de melhor no louvor a Deus.

    Aos que defendem estes novos estilos “gospel”, letras evangélicas com melodias mundanas, fica aqui o alerta, as forças das instrumentalidades satânicas misturam-se com o alarido e barulho, para ter um carnaval, e a isto estão chamando de adoração. Satanás fez da música um estratagema para capturar as suas presas e os seus objetivos estão sendo plenamente alcançados. Para estes defensores do “espetáculo” tudo está certo! Errado é dizer que eles estão errados! O que Deus condena como pecado, eles dizem, “isto é preconceito”; “isto é verdade para aquele tempo”, o pecado para eles está só na cabeça da gente. O verso preferido deles é: “Não julgueis, para não serdes julgados”. Pois eles TUDO PODEM naquele espírito de falsa popularidade que lhes fortalece! Se o povo achou bom, se dançou; se povo chorou, se o povo gostou; se ouve aleluias ou se povo disse amém, então, é tudo Santo! Em nome de Deus, vale qualquer coisa. A bandeira que hasteiam é: “A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS!”

    Hoje, graças à tecnologia dos CDs a igreja nem canta, a maioria apenas dubla ou canta mecanicamente, e são poucos os irmãos que conhecem algum hino do saudoso e falecido “Cantor Cristão”… Será que alguém se lembra dele? De tanto se apoiar nas confortáveis muletas eletrônicas, a igreja está ficando paralítica! Está capengando e não se dá conta disto! Quanta saudade do “Castelo Forte”!

    A musica quando empregada para “fins bons” é uma bênção, mas é muitas vezes usada como um dos mais atrativos instrumentos de Satanás para enganar as pessoas. Quando mal empregada, leva os não consagrados ao orgulho, à vaidade, à tolice e ao estrelismo. Quando se lhe permite tomar o lugar da devoção e da adoração, é uma terrível maldição. A música sacra está se perdendo na sua beleza pela subserviência exacerbada do cristianismo aos caprichos de Satanás. Você pode estar argumentando que “todo mundo faz” para justificar a sua opção. Até onde sei e a Bíblia ensina, não seguimos o que o mundo faz, seguimos Aquele que fez o mundo, e tudo que nele há, portanto precisamos ter bons critérios na definição de nossos padrões na nossa relação com Deus.

    Cantamos que queremos “voltar ao primeiro amor”, mas na prática fazemos exatamente o contrário, corremos para o mundo num casamento perfeito com as suas práticas. Por tudo isto, pela volta às origens da “verdadeira musica” e do “verdadeiro louvor” é que deixo aqui o meu protesto e a minha indignação pela maneira como as nossas igrejas rotuladas de “cristãs” estão se aliando ao inimigo e permitindo que ele dite as regras quando o assunto é adoração e louvor no meio evangélico. Afinal, estamos temporariamente no mundo para “mudá-lo” e não para “sermos mudados” e “moldados” por ele. Neste caso, “retroceder” é preciso! Lembrando que para esta armadilha está em vigor, mesmo não sendo respeitada, a “lei da racionalidade” registrada nas Escrituras: “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente pra que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” – Romanos 12: 1 e 2.

    Atenção! Se você como eu gosta da boa música, multiplique esta idéia repassando este E-mail.

    Carlos Roberto Martins de Souza
    crms1casa@hotmail.com

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